sexta-feira, 8 de julho de 2016

Monção nas Mãos (17º Encontro USk Norte) - 1 de 2

No fim de semana passado fui a Monção. Era o primeiro evento de urban sketching na terra onde vive a minha irmã. Explicando: foi a estreia da iniciativa de Turismo Criativo "MONÇÃO nas MÃOS",criada pelo meu amigo Nelson Azevedo (que fez comigo o filme "Monção, tudo isto somos nós!), que dinamizou um conjunto de eventos paralelos à Feira do Alvarinho.
O Nelson desafiou os Urban Sketchers Norte a participar, que organizaram em Monção o seu 17º Encontro.  Foi um sábado bem passado, com a oportunidade de conhecer alguns dos sketchers do Porto e arredores.

De manhã ficámos pelo centro de Monção, com visita ao Museu do Alvarinho na Casa do Curro.






Depois do almoço, simpaticamente oferecido aos sketchers, rumámos à Feira do Alvarinho. Mas isso fica para o próximo post.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Audição da filha

Hoje foi o dia da audição da minha filha mais nova. Não se notará mas estou babado. Saiu-se mesmo bem! Até voltei a gostar do Bryan Adams...


quinta-feira, 23 de junho de 2016

Chegou a praia!!

É mesmo. Apesar das filas e da falta de espaço para as toalhas soube mesmo bem no domingo passado voltar a sentir a areia nos pés (e na cabeça, que o vento era muito).

E se não deu para arriscar o banho, deu para 2 registos da chegada do Verão. Os primeiros de muitos, espero!



segunda-feira, 13 de junho de 2016

Dia de Portugal

Na noite do Dia de Portugal foi romagem ao Terreiro do Paço para ouvir o genial projecto "Deixem o Pimba em Paz", com a fabulosa voz da Manuela Azevedo, os dotes de entertainer do Bruno Nogueira, e principalmente com os incríveis arranjos do Filipe Melo e do Nuno Rafael - reconstruindo alguns temas bem populares como este famoso "Bébé" ou o clássico "Vem devagar Emigrante"- arranjos aqui enriquecidos com a Orquestra Metropolitana de Lisboa.



sábado, 4 de junho de 2016

Workshop no Bairro Azul

Há 3 semanas foi dia de workshop do Richard Câmara, quer dizer, foi dia de experimentação. Desta vez foi no Bairro Azul, em Lisboa, e o tema era... azul.
Levei tudo o que tinha em azul, mas não usei tudo.

Ficámos a conhecer algumas histórias do bairro (o nome vem da cor dos elementos de ferro das varandas e outros que eram todos em azul - agora já não) e tivémos a oportunidade de uma vista aérea do mesmo no terraço de um dos edifícios.





sábado, 28 de maio de 2016

Marvão à Vista / 2

O 2º dia do encontro em Marvão levou os urban sketchers até à Beirã, no sopé da Serra de São Mamede com "Marvão à Vista", mais precisamente à estação "Marvão-Beirã". Era a última onde se parava antes de passarmos para Espanha, no ramal de Cáceres, antiga ligação a Madrid. A sua importância era tal que tinha direito a PIDE residente para controlar a passagem.

Entretanto está desactivada, mas não é por isso que tem pouca animação. Pelo contrário. O Eduardo Salvador instalou no antigo edifício de de restaurante um hostel acolhedor e cheio de detalhes deliciosos: o Train Spot. Deliciosos foram também os pequenos almoços com que nos brindaram. E é, assim, um ponto de apoio para ciclistas ou caminhantes que apreciam as maravilhas naturais da Serra de São Mamede.

Além da vista da estação e do hostel a partir das "Casas da Beirã", onde dormimos, fixei um pouco dos detalhes construtivos da estação e dos seus lindíssimos painéis de azulejos. (cliquem na imagem e quiserem ver maior).

Remato com uma foto que o Filipe Almeida me tirou.




quinta-feira, 26 de maio de 2016

Marvão à Vista 1

O fim de semana passado foi de arrasar! Chamados pelo Eduardo Salvador, numa parceria com a Câmara de Marvão, os urbansketchers acorreram a uma iniciativa chamada Marvão à Vista.
Foi a oportunidade de conhecer a vila de Marvão, alcandorada no topo de uma elevação monumental, com o seu castelo e as suas ruas sinuosas, a dominar um panorama imenso de 360ª.

Contámos com uma organização impecável, que nos acolheu e presenteou com umas refeições que, naturalmente, se tornaram momentos de convívio entre velhos e novos amigos, sempre em torno dos desenhos.

Começo por publicar os desenhos do 1º dia em Marvão






quarta-feira, 25 de maio de 2016

Benfica-Guimarães

Este é de há um mês. Não publiquei na altura, mas aqui vai.

Uma visão diferente do futebol: o que se passa PERTO das 4 linhas...
(nesta altura o TRI ainda era um desejo...)


sábado, 30 de abril de 2016

Encontro em Abrantes

No sábado passado houve romagem sketcher a Abrantes onde estava a exposição de diários de viagem organizada pelo Eduardo Salavisa, e onde tive o gosto de contar com um painel e um caderno meu em exposição.
Levei o carro cheio. De manhã, além da visita à exposição, fomos recebidos pelo vereador da cultura, Luis Dias, e pelo coordenador da Biblioteca Municipal, Francisco Lopes. Seguiu-se desenho pelas ruas de Abrantes, plenas de pontos de interesse para desenhar.

Fiquei-me por uma praça, onde abancaram também a Paula Cabral, a Manuela Rolão e a Cláudia Mestre. Em conversa com o vereador e o Eduardo vim a saber que ano passado nesta praça existia uma instalação com imensos sapatos suspensos em cabos, alusivo a um episódio das invasões napoleónicas, em que o General Junot pediu ao povo de Abrantes 10.000 sapatos para as suas tropas.


Quando aparece o Vicente Sardinha com 3 desenhos, vi-me na obrigação de ir desenhar mais. Fui para a praça adjacente onde acontecia um pequeno mercado urbano, mas fiquei-me pelas esculturas que habitam os degraus.


Após o almoço (já publicado AQUI), fui até ao castelo, mas não entrei. Fiquei-me sentado num muro, atraído pela vista da igreja de São Vicente (e, vá lá, pela sombra de uma árvore).


O dia rematou com uma interessantíssima apresentação do Javier de Blas sobre a sua estadia de 1 mês num campo de refugiados saharaui, na Argélia. Delicioso conhecer as histórias por trás daqueles incríveis desenhos pela voz Javier, naquele seu jeito natural mas tão apaixonado. O regresso a Lisboa não permitiu ficar para ouvir o escritor Miguel Real.



terça-feira, 26 de abril de 2016

Almoço em Abrantes

Antes dos desenhos do encontro de sábado em Abrantes, deixo o desenho do almoço do encontro em Abrantes.
Refere-se ao final do mesmo onde os sketchers, já confortados, se entregam ao seu passatempo.
E conta ainda com a certificação dos representados a atestar que se reconhecem através da sua assinatura.