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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Um almoço especial

Muito convívio, alguns desenhos e muita conversa à volta de uma paella muito especial, tudo envolto pela arte de bem receber do Pedro e da Rita.
A rematar a tarde, um chá quentinho já em ambiente de despedida.

(foi desenhado em A4 panorâmico - clicar para ver no tamanho maior)


sexta-feira, 23 de junho de 2017

15º Festival de Tango de Lisboa / #1

É com alguma vergonha que verifico a data da minha última publicação. Mas prontes!
Aproveitei o balanço do post do Pedro Loureiro sobre o Festival de Tango de Lisboa e decidi: é hoje!

É que não podia deixar de registar a fantástica experiência que foi registar ao vivo na Voz do Operário este evento tão especial, tão único, tão envolvente, do meio tanguero que traz a Lisboa gente de todos os continentes. Literalmente.
E acho que mostrámos bem o que os urban sketchers fazem, ao registar ao vivo o festival junto com, além do Pedro, a Mónia Abreu e o Carlos Teixeira, o mentor desta iniciativa a que, pomposamente e para tanguero ver, chamámos "Tango Live Sketching". A verdade é que, no final, conseguimos reunir uma colecção bem interessante de desenhos! E com as molduras até pareciam bem especiais!


Seguindo a ordem com que fiz, começo por mostrar o registo da primeira noite do Festival feito num livro concertina (ou bandoneon?!)

que abriu com o espectáculo "Tango e Fado", com a actuação da fabulosa orquestra La Juan d´Arienzo, vinda de Buenos Aires,

do Pedro Moutinho no fado, acompanhado de guitarra portugesa e viola e, pelo lado argentino, 2 cantores Fernando Rodas e Caio Rodriguez acompanhados pela orquestra,

enquanto sucessivos pares de dançarinos argentinos mostravam porque são chamados os "maestros", entrelaçando aqueles passos de um modo que parece impossível não tropeçarem, e sempre carregados de arrebatamento e sedução.

Perto da meia-noite, o salão da Voz do Operário esvazia-se do seu público, e o incansável staff faz abrir uma pista de dança onde antes havia uma mar de mesas e cadeiras replicando um clube nocturno de Buenos Aires. De seguida reentram todos, agora com os sapatos de dança já calçados, para dar início à "milonga", um baile onde se dança o tango em sequências de 4 músicas, findas as quais se troca de par, e se continua pela noite fora até de madrugada.





sábado, 25 de fevereiro de 2017

No Benfica-Chaves

Ontem fui à bola!
Aproveitei os minutos antes de começar e continuei no intervalo. Depois o Benfas precisou da minha atenção e tive que terminar em casa.
Para não me acusarem de faccioso, pintei a relva de verde!


domingo, 5 de fevereiro de 2017

Poda e empa em Carvalhal de Mouraz / 2

(continuação do post anterior)

Na tarde de sábado, após o trabalho é tempo de uma tradição destas terras: um lanchinho antes do jantar. Foi tempo para um robusto "rancho de grão", com boas carnes e belos enchidos. Entre outras houve de sobremesa uma cabidela de galo. Isto é uma brincadeira para as gentes daqui, mas uma dura prova para os "lindinhos" de Lisboa. Ainda mais porque o vinho não pára nos copos!
Mas é sem dúvida reparador fazer parte destes momentos de convívio são e genuíno!!


À noite (note-se, sem jantar) foi tempo de um simpático gin no restaurante "3 Pipos", enquanto desenhei a loja de vinhos.


Para fechar a noite, acompanhei a custo uma ida a uma discoteca da zona, que afinal se tratava de uma danceteria, bem animada aliás pelo duo i-band.pt.


No dia seguinte, dia de recuperação, ao almoço a estrela foi a nova habitante de Carvalhal de Mouraz, a Filipa, com quem a Marina se entendeu às mil-maravilhas!


Poda e empa em Carvalhal de Mouraz /1

Não pude ir ao workshop e conferência da Karina Kushnir, antropóloga e urban sketcher brasileira, mas fui também fazer um trabalho de antropologia, registando a actividade da poda e empa da vinha em Carvalhal de Mouraz, concelho de Tondela. Quer dizer, participei e registei.

Todos os anos nesta época, 4 amigos vão tratar da vinha de um deles. Tudo começa na sexta à noite, onde, a premiar uma viagem de fim de tarde desde Lisboa, se vai jantar no restaurante "3 Pipos", em Tonda. Quem não conhece, aceite o conselho e "conheça!!".


A seguir fomos para casa rematar a noite, para preparar o "lanchinho" do dia seguinte, ou seja, tratar das carnes para um rancho de grão, entretidos com uma geropiga mesmo especial.


No dia seguinte, às 8:30 h da manhã está tudo na vinha para a poda: cortar a floresta de vides que cresceram da época anterior, deixando apenas a mais saudável na qual se selecciona 8 olhos dos quais irão crescer as varas desta época. Não sei seleccionar a vara guia, mas fico com as restantes que corto para depois carregarmos para uma pira gigante a que se lança lume, para ficar reduzida a cinzas.

Parámos às 11:00 para entreter o dente e alimentar o espírito mas não deu para desenhar.



Só no final, antes do almoço e com tudo despachado, tive tempo para apanhar o Vasco a repetir a poda da macieira, a ver se consegue a mesma produção do ano passado.


A seguir ao almoço foi a altura da empa, ou seja, a operação de vergar a vara que foi deixada da poda, encaminhando-a no arame e fixando-a com vime, cordão de plástico ou, a novidade deste ano, uns atilhos de borracha que são reutilizáveis no próximo ano. Mas isto da empa é para entendidos. Em particular na "tinta roriz" cuja haste não é tão maleável como a da "jaen", e que facilmente quebra inviabilizando todo o pé de vinha.


(continua no próximo post)

sábado, 28 de janeiro de 2017

Minis ao Monte

Foi nesta quarta-feira que partiram os 7 minis de Lisboa, em frente ao ACP, em direcção a Monte Carlo, em homenagem aos 50 anos da 3ª vitória no Rally de Monte Carlo. O meu amigo David levava a sua fiel réplica do 177.

E os outros levaram nas portas o meu logótipo.







domingo, 20 de novembro de 2016

Foram desenhar com... migo

Ontem foi um dia mesmo gratificante. Fiquei deveras contente com a adesão de sketchers que fez questão de rumar ao Museu do Carmo para me ouvir a falar do meu percurso como urban sketcher e no fim partilharmos uma proposta de desenho no espaço do convento.

Tentei mostrar como o desenho esteve sempre presente na minha vida e como, se não praticado, como nos meus 30 anos de arquitecto, se perde a mão e o traço. O desenho em cadernos - e a regularidade que convida e permite - promove a evolução notória de qualquer um, dos que desenham mais ou dos que desenham menos, dos que já desenharam e dos que nunca desenharam. E sempre com (muitos) erros pelo caminho.

Na proposta de desenho, com o tema "Composição na página", convidei a registarem de um modo que eu raramente o faço, por precipitação, mas que persigo fazer: pensarem antes de desenhar. Ou seja, gerir a distribuição nas 2 folhas do caderno de um desenho de um detalhe, um desenho do contexto e a legenda do local (ou logo), permitindo senão mesmo forçando a sobreposição dos 2 desenhos, mas assegurando o protagonismo do detalhe através do traço mais intenso, ou de sombras mais marcadas, ou de mais informação, ou... A rematar, desenhar mas não escrever as letras do local.

Abaixo estão os exemplos que fiz no fim-de-semana passado.
E imagens de quase todos os que se juntaram a mim neste tarde memorável, num espaço que é um verdadeiro luxo. (Obrigado à Rita por nos acolher)









sábado, 3 de setembro de 2016

Simpósio USk Manchester 2016_Dia 0

Só hoje, regressado de férias, consigo arranjar tempo para deixar aqui no meu blog os posts do Simpósio USk Manchester 2016, que fui fazendo como correspondente para o blog dos Urban Sketchers Portugal. A um ritmo alucinante, entre desenhos, convívio e publicações às 3 da madrugada, enquanto o corpo aguentou e o sono não venceu. Os últimos já só consegui publicar aqui em Portugal.
Passo então a transcrever o que publiquei:

Simpósio USk Manchester 2016_Dia 0(26 de Julho) 
Hoje foi o dia de engrossar o contigente português ao 7º Simpósio USk em Manchester. Para se juntarem ao ponta-de-lança Pedro Loureiro, desde sábado a pisar solo britânico, seguiram do aeroporto da capital portuguesa os sketchers Nelson Paciência, Vicente Sardinha, Rosário Félix, Helena Monteiro, Maria Celeste e Maria José, além do autor destas linhas.

Chegados a Manchester, e depois de depositados os haveres de cada um nos respectivos alojamentos, a secção masculina foi estabelecer contacto com alguns sketchers internacionais, que se entretinham a apreciar as bebidas locais, vulgo "beer".


Antes da noite chegar, os nossos homens cederam às necessidades corporais e abandonaram o referido convívio à procura de mantimentos. Uma casa tradicional manchesteriana (ou seja, com música a bumbar alto por 2 senhoras dj´S) forneceu as doses necessárias de carne picada num misto típico local: burger+beer.

Amanhã, quarta-feira, dar-se-á início ao evento com o registo dos participantes e cerimónia de recepção na Town Hall (trad.: autarquia local).

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Monção nas Mãos (17º Encontro USk Norte) - 1 de 2

No fim de semana passado fui a Monção. Era o primeiro evento de urban sketching na terra onde vive a minha irmã. Explicando: foi a estreia da iniciativa de Turismo Criativo "MONÇÃO nas MÃOS",criada pelo meu amigo Nelson Azevedo (que fez comigo o filme "Monção, tudo isto somos nós!), que dinamizou um conjunto de eventos paralelos à Feira do Alvarinho.
O Nelson desafiou os Urban Sketchers Norte a participar, que organizaram em Monção o seu 17º Encontro.  Foi um sábado bem passado, com a oportunidade de conhecer alguns dos sketchers do Porto e arredores.

De manhã ficámos pelo centro de Monção, com visita ao Museu do Alvarinho na Casa do Curro.






Depois do almoço, simpaticamente oferecido aos sketchers, rumámos à Feira do Alvarinho. Mas isso fica para o próximo post.

domingo, 24 de janeiro de 2016

Estádio da Luz e do SLBenfica

Ontem fui à bola!
Arranjaram-me bilhete e fui ver o meu Benfica.
Uma estreia para mim (não sou de gastar dinheiro nisto).
E, claro, aproveitei o intervalo (e metade da 2ª parte) para fixar aquela massa imensa de gente de vermelho. É impossível ficar indiferente a isto: mais de 50.000 pessoas num jogo com o Arouca!
Não foi um jogo memorável mas, para mim, ficou cá dentro registado. E no caderno.


domingo, 29 de novembro de 2015

Lisboa - O que turista deve ver

O que turista deve ver... é a exposição das maravilhosas ilustrações do Mário Linhares, que está no Museu dos Coches. Mas não só o turista. Todos!

O lançamento do livro foi um êxito, com uma afluência que terá superado todas as expectativas mais optimistas. E justificou-se: os desenhos do Mário para o livro de Fernando Pessoa "Lisboa - o que o turista deve ver" são lindos, e valeu mesmo a pena vê-los ao vivo, perceber as gradações das aguarelas nos originais, o enquadramento escolhido na folha, os detalhes das panorâmicas de Lisboa, ...

Fica o desenho da mesa da apresentação, com o Mário, a directora dos Museu dos Coches, Silvana Bessone, o editor da Centro Atlântico e o tradutor do texto original em inglês, Pedro Cotrim.

Ainda tive tempo de seguida de passar na exposição dos desenhos da Fernanda Lamelas, na Galeria Opus 14, relativos ao livro "Palácios e Casas Senhoriais de Portugal", de Diana de Cadaval.
Pena foi que o tempo, a dimensão do espaço e o pastel de bacalhau na mão não permitiram um desenho do evento.

sábado, 17 de outubro de 2015

Peça de teatro "Diz que me amas! Um estado de urgência

Desenho feito ontem durante a apresentação da peça "DIZ QUE ME AMAS!UM ESTADO DE URGÊNCIA" de e encenado por Durval Lucena, no Auditório Carlos Paredes da Junta de Freguesia de Benfica.
(apesar do escurinho da sala...)

Fica aqui a sinopse que acompanha a divulgação da peça:

"Encontros, desencontros, amores, paixões, enganos e traições são os motivos que ligam 9 personagens em DIZ QUE ME AMAS!UM ESTADO DE URGÊNCIA.

9 Personagens que raramente dizem o que pensam, porque é mais simples lidar com a mentira piedosa do que ser direto e honesto. Preferem verbalizar desculpas e construir discursos mais ou menos complexos para esconder ou escamotear o que verdadeiramente pensam. Mas isso nem sempre dá certo.

Esta peça não pretende, ao contrário de muitas outras, fazer juízos de valor sobre o comportamento humano, mas apenas falar dele."


domingo, 12 de julho de 2015

Almoçarada no Horácio

Registo do encontro de hoje de amigos sibsianos, com belos grelhados do Horácio, uns gin´s da especialista Catarina e uma panóplia de sobremesas das sô donas Natividade, Paula e Ni.

sábado, 30 de agosto de 2014

Na Trafaria

Em regime de semi-férias, deu tempo para ir no feriado de 15 de Agosto atravessar de barco o Tejo até à Trafaria, comer uns petiscos na Tasquinha do Aires. À saída, a tarde ia adiantada e fixei o contra-luz apenas com caneta Pen Brush da Pentel.